Me pego olhando para aquele quadro na parede.
Aquele, cheio de cor...
Com muitas frutas dentro de uma cesta de palha e muitas flores em cima da mesa.
Parece tudo tão fresco,
Parece que foi colhido agora...
Alguém chegou, colocou sobre a mesa e está pronto para sentar e sentir o perfume das flores e o sabor dos frutos...
De lembrar por onde passou para colhe-los antes de dar a primeira mordida.
Será que é assim que vamos olhar para os quadros daqui a alguns anos?
Será que vamos sentir esse "frescor"?
Será que nos lembraremos que, um dia, aquilo existiu?
Aquela vida?
Aquele sabor?
Aquele caminho?
Aquele fruto?
Aquela flor?
Sabe aquele quadro cheio de cor??
Representa a natureza.
Morta.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
E eu (só) tenho 25... (parte 1)
Engraçado como chegamos aos 25 anos.
Tanta coisa pra contar e ainda tanto pra aprender. Ainda há tanto pra errar e acertar...e, ainda assim, achamos que sabemos o bastante, ou que não sabemos de nada. Achamos que já passamos por "isso" e "aquilo" e que nada vai acontecer de novo, afinal "já aprendi".
Que nada. Só porque já encontramos o primeiro fio de cabelo branco, ou já tivemos dores nas costas e já começamos a usar cremes anti rugas não significa que temos experiência o bastante. Pelo menos, é o que eu (não) sinto.
Não sinto que sei mais que uma garotinha que está ainda iniciando a vida adulta. Claro, já passei pela faculdade, já tive o primeiro emprego, já morei sozinha e já tive que cuidar de mim...mas, tem horas que fico sem saber o que fazer. Uma menina de 25 pode ter dúvidas certo? Ou não??
Será que tudo já tem que estar traçado e tudo tem que ter saído como o esperado..??
Será que isso significa o tal "Sucesso"?
É incrível. Quando digo que já (ou ainda) tenho 25 é como se eu fosse responsável por saber mais, por ter que ensinar, por ter que ser forte...e não fraquejar. Por ter que sair por aí dizendo: "Tudo saiu como planejei viu?! Sou uma vitoriosa...forte! Adulta."
Não é assim.
Eu ainda tenho muitas dúvidas, dificuldades e medo!
Tenho medo de tanta coisa....principalmente, de dar errado.
O medo nos impede de "entender". Entender que temos 25! Não é cedo nem tarde. Só precisamos tomar coragem...!
(Fácil falar né?!)
Eu aqui toda cheia de confusões, tão cheia de dúvidas, tão fraca, tão apegada a família, tão medrosa....falando de coragem!
Hunf.
Comecei esse post falando que era "engraçado" como chegamos aos 25, afinal, já tivemos aquela crise dos 21, que, teoricamente, é a data que ingressamos à vida adulta, já chegamos aos 22 com a crise ainda maior, nos cobrando o trabalho na área que nos formamos, querendo pagar nossas próprias contas e ainda pensando...ainda sou nova...ainda dá tempo...
Já passamos dos 23..onde pensamos que o tempo tá passando rápido e que tá na hora de pintar o cabelo de verde ou azul antes de ficarmos "velhos demais".
Quando fiz 25 (16 dias atrás) eu (meio que) estava "bem resolvida". Vamos combinar que minha personalidade já está formada (acho que essa é uma vantagem dos 25), quero mudar muitas coisas em mim, mas isso depende só de mim e das minhas atitudes, não somente da minha idade. Tomei fôlego e fiquei bem feliz de ter entrado nessa idade.....
Aproveitei o dia pra fazer tudo que gosto (comer, ler, ver filmes, comer....e comer!) Fiquei no meu quarto feliz em ainda ter meus bichinhos de pelúcia na estante. Por que o mundo acha que não podemos os ter?! Só porque temos 25?! Me poupe...vou guardá-los pra sempre! Aproveitei abracei o meu Mickey bem forte, sonhando em um dia, voltar a Disney...por que não?!
(continua....)
Tanta coisa pra contar e ainda tanto pra aprender. Ainda há tanto pra errar e acertar...e, ainda assim, achamos que sabemos o bastante, ou que não sabemos de nada. Achamos que já passamos por "isso" e "aquilo" e que nada vai acontecer de novo, afinal "já aprendi".
Que nada. Só porque já encontramos o primeiro fio de cabelo branco, ou já tivemos dores nas costas e já começamos a usar cremes anti rugas não significa que temos experiência o bastante. Pelo menos, é o que eu (não) sinto.
Não sinto que sei mais que uma garotinha que está ainda iniciando a vida adulta. Claro, já passei pela faculdade, já tive o primeiro emprego, já morei sozinha e já tive que cuidar de mim...mas, tem horas que fico sem saber o que fazer. Uma menina de 25 pode ter dúvidas certo? Ou não??
Será que tudo já tem que estar traçado e tudo tem que ter saído como o esperado..??
Será que isso significa o tal "Sucesso"?
É incrível. Quando digo que já (ou ainda) tenho 25 é como se eu fosse responsável por saber mais, por ter que ensinar, por ter que ser forte...e não fraquejar. Por ter que sair por aí dizendo: "Tudo saiu como planejei viu?! Sou uma vitoriosa...forte! Adulta."
Não é assim.
Eu ainda tenho muitas dúvidas, dificuldades e medo!
Tenho medo de tanta coisa....principalmente, de dar errado.
O medo nos impede de "entender". Entender que temos 25! Não é cedo nem tarde. Só precisamos tomar coragem...!
(Fácil falar né?!)
Eu aqui toda cheia de confusões, tão cheia de dúvidas, tão fraca, tão apegada a família, tão medrosa....falando de coragem!
Hunf.
Comecei esse post falando que era "engraçado" como chegamos aos 25, afinal, já tivemos aquela crise dos 21, que, teoricamente, é a data que ingressamos à vida adulta, já chegamos aos 22 com a crise ainda maior, nos cobrando o trabalho na área que nos formamos, querendo pagar nossas próprias contas e ainda pensando...ainda sou nova...ainda dá tempo...
Já passamos dos 23..onde pensamos que o tempo tá passando rápido e que tá na hora de pintar o cabelo de verde ou azul antes de ficarmos "velhos demais".
Quando fiz 25 (16 dias atrás) eu (meio que) estava "bem resolvida". Vamos combinar que minha personalidade já está formada (acho que essa é uma vantagem dos 25), quero mudar muitas coisas em mim, mas isso depende só de mim e das minhas atitudes, não somente da minha idade. Tomei fôlego e fiquei bem feliz de ter entrado nessa idade.....
Aproveitei o dia pra fazer tudo que gosto (comer, ler, ver filmes, comer....e comer!) Fiquei no meu quarto feliz em ainda ter meus bichinhos de pelúcia na estante. Por que o mundo acha que não podemos os ter?! Só porque temos 25?! Me poupe...vou guardá-los pra sempre! Aproveitei abracei o meu Mickey bem forte, sonhando em um dia, voltar a Disney...por que não?!
(continua....)
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Como seria se...
E, às vezes fico pensando, como seria se...
Voltássemos a ser como "deveríamos" ser?
Acordar.
Verificar se o sol, a estrela maior, já se levantou.
É isso o que os pássaros dizem...então,
começamos.
Sentimos a brisa leve.
O cheiro dessa manhã se mistura entre flores e frutos.
O cheiro de mata molhada...
e o orvalho...
Aquele canto...daquela água.
Aquele lugar.
Uma paz penetra em cada olhar.
Olhar sincero, olhar puro.
Os sorrisos contagiantes,
De quem não precisa de mais nada,
além da alegria.
De viver.
De sonhar...
De viver entre a natureza, que nos provê cada nova sensação.
Cada banho no lago.
Cada sopro do vento.
Cada mordida na fruta fresca.
Cada novo tom no céu,
imponente.
Firme.
Seguro.
Olhando para nós.
E nós a ele.
Perante tudo...
e errante.
Uma pena.
O erro foi da criatura.
Voltássemos a ser como "deveríamos" ser?
Acordar.
Verificar se o sol, a estrela maior, já se levantou.
É isso o que os pássaros dizem...então,
começamos.
Sentimos a brisa leve.
O cheiro dessa manhã se mistura entre flores e frutos.
O cheiro de mata molhada...
e o orvalho...
Aquele canto...daquela água.
Aquele lugar.
Uma paz penetra em cada olhar.
Olhar sincero, olhar puro.
Os sorrisos contagiantes,
De quem não precisa de mais nada,
além da alegria.
De viver.
De sonhar...
De viver entre a natureza, que nos provê cada nova sensação.
Cada banho no lago.
Cada sopro do vento.
Cada mordida na fruta fresca.
Cada novo tom no céu,
imponente.
Firme.
Seguro.
Olhando para nós.
E nós a ele.
Perante tudo...
e errante.
Uma pena.
O erro foi da criatura.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Minha Escritora Favorita
Nunca gostei de ler. Minha mãe ficava aflita, querendo que
eu pelo menos gostasse de qualquer livro que ela comprasse pra mim. Claro, eu
tentava! Adorava aqueles com muitas
figuras, letras grandes e frases curtas. Curtia gibis. Gostava muito (e tenho
até hoje) daqueles que vinham com sons embutidos, com fantoches e, o que eu
mais amava, um livro sobre um ratinho que vivia em uma pequena casa e adorava
criar suas roupas. O livro vinha acompanhado de um ratinho de pelúcia e muitos
tecidos para costurar. Acho que muito da minha paixão por artesanato veio desse
ratinho. Eu e minha mãe costurávamos diversas roupas pra ele, era um bom tempo
que passávamos juntas. Mas, ler...eu não
lia.
Quando ganhava livros de aniversário então, humpf.
E, posso
confessar?! Não li nem o Harry Potter que minha mãe comprou pra mim quando era
febre na escola (me julgam até hoje por não ter lido, mas ok!).
Escola...porque obrigar a ler livros tão chatos?? Poxa, eu
li alguns pra fazer vestibular...e, sinceramente, qual a intenção de ler um
livro sem saber LER o livro?! Por que aquela gramática de 25 a.C.??? Até hoje
eu não sei se Capitu traiu Bentinho...e eu sei que nunca vou saber!
Bom, mas a questão é que...eu queria gostar!
Eu sempre admirava meus colegas leitores. Sempre achei o ato
de ler muito bonito. Mas, não entendia como eles ficavam tão presos àquelas
histórias. Sofriam, riam, comemoravam, se amedrontavam...
Eu preferia os filmes...
Cheguei a ler uns livros sim, mas demorava meses para concluir
a leitura. Não me identificava com as histórias e nunca me senti envolvida por
elas.
Achei que era um universo do qual nunca faria parte..até que
um dia, tudo começou a mudar. E é agora que a história começa (opa, fiz vcs
lerem demais né?! Rs).
Estava determinada a encontrar um livro que mudasse pra
sempre esse meu “medo” de leitura. Fui até a livraria mais próxima e prometi a
mim mesma que não sairia de lá sem um livro em mãos. Fiquei vasculhando cada
cantinho. Como já tinha lido e gostado dos de ensinamentos budistas, fui
primeiro na prateleira onde eles ficavam, mas, não era bem aquilo que eu queria
no momento. Queria encontrar uma história na qual eu pudesse me identificar. Uma
história cuja personagem fosse um pouco de mim...
Até que avistei aquela capa cor-de-rosa. O nome do livro?!
Fazendo meu Filme.
Adorei a capa e o título era bem “a minha cara”. Eu estava
me formando em Rádio e Tv, e meu sonho era produzir um filme! Achei que as coincidências acabariam por ai.
Eu estava enganada. Fui ler a descrição da autora, embora já tivesse certeza de
que era aquele que eu levaria para casa, e foi a coisa mais maluca que já tinha
acontecido até então. A autora era exatamente quem eu procurei a minha vida
toda. Alguém que soubesse quem eu sou. Alguém que era como eu sou. Eu não
consigo descrever muito bem aqui, mas, eu sabia que ela me entenderia. Fui pra
casa super ansiosa para começar a leitura.
Assim que abri o livro, percebi que na primeira página alguns dos meus
filmes prediletos estavam descritos ali... liguei pra minha mãe!
“Mãe, acabei de realizar um sonho seu e meu ao mesmo tempo!
Achei o livro que precisava achar!”
Eu comecei a ler e fui me identificando cada vez mais. A
personagem principal era a adolescente que fui. Viciada em filmes (de
amorzinho), amante de ficar em casa e de nome “diferente”. Além de ser super
tímida e meio desligada aos sinais de interesse masculino.
Resultado?! Amei!
Entendi o envolvimento que uma boa história traz. Entendi como entramos na história e nos
sentimos participando de tudo aquilo. Entendi que podemos chorar, rir e torcer
para os personagens...
Comecei a procurar um pouco mais sobre a autora e queria
muito conhece-la.
Acabei descobrindo que ela iria fazer um intercâmbio com
algumas leitoras para o Canadá. E, surtei! Entrei em contato com a empresa e
eles me passaram todos os detalhes da viagem. Confesso que nem sabia de nada
sobre o país e sobre o roteiro, mas...era com minha escritora favorita! Eu
precisava ir!
Fiz todo o processo
para conseguir viajar, e tudo bem depressa. Descobri sobre o intercâmbio em
Abril para o embarque em Junho e ainda precisava de passaporte, visto e fazer
todos os pagamentos, compras dólares e etc...
Resultado:
Passaporte – ok
Dim dim – ok
Passagem de avião – ok
Malas – ok
Visto – NEGADO!
Duas semanas antes do embarque, recebi a carta do
Consulado...meu visto foi negado!
Aqueles 32 formulários preenchidos em inglês, foram em vão.
Fiquei bem triste, mas, chorar não ia resolver. Tinha que
achar outra maneira de ir conhecê-la. Nem que eu fosse ao dia do embarque só
pra poder dizer um: “Oi! Amo seus livros! Boa viajem!”
Enquanto estava na lan house resolvendo a devolução dos dim
dins investidos, acabei lendo uma postagem dela.
“Amanhã estarei em São Paulo para o Lançamento do ‘Livro das
Princesas.’ Espero vocês lá!”
Como assim?!! Saí da lan house correndo e fui comprar papel
de carta e alguns adesivos das princesas Disney. Escrevi uma carta gigaaaante
(tá ligado que eu gosto de escrever né?! Rs), e no dia seguinte, acordei as 5
da manhã... #partiuSP.
Cheguei em SP a tarde, e fui para o local de trabalho do meu
namorado, como havíamos combinado. Nós só não contávamos que ele teria um trabalho
de última hora e só conseguimos sair do estúdio a noite. Saímos voando sentido shopping para o
lançamento e, depois de muito trânsito, conseguimos chegar.
Quando pisei na livraria, descobri que o sistema de
autógrafos funciona com senha e todas já tinham sido distribuídas. Vendo meu
estado de decepção, meu namorado me diz na maior calma:
“Amor, não fica assim, quando ela vier de novo você vem
vê-la. Tenho um compromisso em Santos daqui 40 minutos, precisamos ir...”
E eu, dentro de toda minha delicadeza digo: “Eu preciso pelo
menos entregar essa carta pra ela amor. Vou ficar na porta até alguém pegá-la.
Por favor... me espera?”
E ele: “Você tem 10 minutos!”.
Fiquei na porta até alguém me ver. Tentei entrar como
imprensa, sem sucesso. Pedi “PELO AMOR DE DEUS”, pro segurança, ele fingiu que
não me viu. Até que uma moça me viu gesticulando loucamente. Chegou perto de
mim e me perguntou o que eu queria.
“Moça, por favor, posso entregar essa carta pra Paula?! Vim
de longe só pra vê-la. Não sabia das senhas.”
Ela voltou ao local e origem...
E meu namorado a essa altura, só me fitando e apontando pro
relógio.
Não perdi as esperanças.
A moça voltou e pediu pra eu entrar e ser rápida.
Fiquei ali, no cantinho da sala, só esperando o momento de
finalmente dizer: “Oi!”.
Assim que me viu, ela se levantou e veio em minha direção.
Eu tremi...segurando pra não chorar. Até que eu a ouvi...
- Ida!!!
Não dei conta. Chorei.
Não sabia o que dizer. Não sabia o que fazer. Ela
simplesmente foi....super fofa! Muito simpática, amorosa e solidária, ao dizer que ficou
triste por saber que eu não ia viajar..e foi tudo e muito mais que eu esperava
que ela fosse.
Saí de lá com meu livro autografado, lágrimas nos olhos e
com uma felicidade imensa por saber que ela não é só uma autora incrível, ela é
uma pessoa maravilhosa. Recebe todos os leitores com o maior carinho do mundo e
merece todo o amor que todas/os nós, “pimentinhas”, temos por ela! Desejo que ela
tenha cada vez mais sucesso, e que toda essa energia boa que ela emana, nos
contagie a cada dia!
Já compareci a outros dois lançamentos (devidamente
“ensenhada”! Rs) e ela já veio para um evento literário em minha cidade. Ainda
assim, eu nunca sei o que dizer quando chega a minha vez...
Acho que são tantas coisas, que só virando BFF pra dar
tempo! RS.
Bom, pra encerrar, indico a vocês todos os livros dessa
excelente autora (e pessoa)! Paula
Pimenta, a verdadeira princesa dos contos de fada. <3
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Bienal do Livro de São Paulo
Vou contar pra vocês um pouco da minha experiência na Bienal do Livro de São Paulo deste ano.
Bom, nunca tinha comparecido ao evento antes, e estava morrendo de curiosidade para saber como era e louca para fazer umas comprinhas.
Pesquisei no site do evento alguns detalhes como: compra de ingresso, programação, mapeamento do espaço, localização dos stands principais, etc..
Comecei a seguir a página do evento no Facebook e no Instagram, para saber também sobre as novidades e, principalmente, o que o público estava achando. Confesso que me assustei um pouco. A maioria das críticas que li foram negativas e fiquei bem apreensiva. Li coisas do tipo: "Fila pra entrar na Bienal: 40 minutos. Fila para entrar no stand, fila pra pagar pelos livros, fila para sair do stand. Fila pro banheiro:30 minutos. Fila para comer e alimentação muito cara! Filas enormes e bem demoradas para pegar autógrafo com os principais escritores", "Levem malas de rodinha para carregar os livros e vá com roupas confortáveis e fresquinhas, o calor é intenso!", "Não tenham a ilusão de que lá é tudo mais barato, tem livros até mais caros lá do que nas lojas!", "Levem dinheiro, os cartões demoram muito tempo para passar e, muitas vezes não passam e você se decepciona por não poder adquiri-lo.".
Como podem ver, eu tinha razão de ficar com medinho né?!
Mas, sinceramente, não sei se foi sorte..mas não passei por nada disso.
Claro que tinham filas, mas não passei nem 15 minutos nelas. Meus cartões passaram normalmente e não senti desconforto com calor. Levei água e barrinha de cereais, entrar com alimentos e bebidas era permitido, só fez compra lá dentro quem quis.Eu acho que a questão principal é: se organizar. Chegar cedo. Fazer pesquisas de preços dos livros que quer adquirir para poder comparar as vantagens e desvantagens. Ir com roupa confortável e, principalmente, ter paciência.
Compareci no último final de semana, estava muito cheio, mas..como cheguei bem cedo, pude aproveitar para passar em todos os stands com calma, pesquisar os livros que queria e ainda me beneficiar de uns descontos. Sim, alguns stands estavam com preço normal de loja, mas é como disse: pesquise antes!
Mas, como todas as coisas na vida, encontrei falhas sim. Pessoas que estavam monitorando o evento, muitas vezes não sabiam explicar detalhes de programação, onde ocorreriam tais encontros com autores e etc. Acabei perdendo algumas palestras que gostaria de ter assistido por falta de informação. E era uma correria para saber onde seriam os locais de apresentações musicais, teatros e bate-papos. Muitos deles descobri no chutômetro, ou seguindo o fluxo. Peguei senha (com bastante antecedência) para participar de uma sessão de autógrafos, mas descobri sozinha onde seria a distribuição. Pessoas da própria editora estavam confusas para dar detalhes, e a cada momento diziam uma coisa.
No final de tudo, não comprei os livros da minha WishList, mas voltei com livros bem legais e brindes exclusivos.
De uma maneira geral, gostei do evento. Foi ótimo rever minha escritora favorita e conhecer um evento desse porte. Quanto aos probleminhas, na próxima já vou saber como lidar com eles.
;)
Bom, nunca tinha comparecido ao evento antes, e estava morrendo de curiosidade para saber como era e louca para fazer umas comprinhas.
Pesquisei no site do evento alguns detalhes como: compra de ingresso, programação, mapeamento do espaço, localização dos stands principais, etc..
Comecei a seguir a página do evento no Facebook e no Instagram, para saber também sobre as novidades e, principalmente, o que o público estava achando. Confesso que me assustei um pouco. A maioria das críticas que li foram negativas e fiquei bem apreensiva. Li coisas do tipo: "Fila pra entrar na Bienal: 40 minutos. Fila para entrar no stand, fila pra pagar pelos livros, fila para sair do stand. Fila pro banheiro:30 minutos. Fila para comer e alimentação muito cara! Filas enormes e bem demoradas para pegar autógrafo com os principais escritores", "Levem malas de rodinha para carregar os livros e vá com roupas confortáveis e fresquinhas, o calor é intenso!", "Não tenham a ilusão de que lá é tudo mais barato, tem livros até mais caros lá do que nas lojas!", "Levem dinheiro, os cartões demoram muito tempo para passar e, muitas vezes não passam e você se decepciona por não poder adquiri-lo.".
Como podem ver, eu tinha razão de ficar com medinho né?!
Mas, sinceramente, não sei se foi sorte..mas não passei por nada disso.
Claro que tinham filas, mas não passei nem 15 minutos nelas. Meus cartões passaram normalmente e não senti desconforto com calor. Levei água e barrinha de cereais, entrar com alimentos e bebidas era permitido, só fez compra lá dentro quem quis.Eu acho que a questão principal é: se organizar. Chegar cedo. Fazer pesquisas de preços dos livros que quer adquirir para poder comparar as vantagens e desvantagens. Ir com roupa confortável e, principalmente, ter paciência.
Compareci no último final de semana, estava muito cheio, mas..como cheguei bem cedo, pude aproveitar para passar em todos os stands com calma, pesquisar os livros que queria e ainda me beneficiar de uns descontos. Sim, alguns stands estavam com preço normal de loja, mas é como disse: pesquise antes!
Mas, como todas as coisas na vida, encontrei falhas sim. Pessoas que estavam monitorando o evento, muitas vezes não sabiam explicar detalhes de programação, onde ocorreriam tais encontros com autores e etc. Acabei perdendo algumas palestras que gostaria de ter assistido por falta de informação. E era uma correria para saber onde seriam os locais de apresentações musicais, teatros e bate-papos. Muitos deles descobri no chutômetro, ou seguindo o fluxo. Peguei senha (com bastante antecedência) para participar de uma sessão de autógrafos, mas descobri sozinha onde seria a distribuição. Pessoas da própria editora estavam confusas para dar detalhes, e a cada momento diziam uma coisa.
No final de tudo, não comprei os livros da minha WishList, mas voltei com livros bem legais e brindes exclusivos.
De uma maneira geral, gostei do evento. Foi ótimo rever minha escritora favorita e conhecer um evento desse porte. Quanto aos probleminhas, na próxima já vou saber como lidar com eles.
;)
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Com prazo de validade.
Parece que hoje em dia, tudo já vem com seu prazo de validade.
Acabamos de adquirir e, para nossa surpresa, vence amanhã...ou já venceu a tempos, só estamos protelando, deixando na gaveta, para finalmente jogar fora um dia.
-Meu Deus, e eu nem sequer "utilizei!"
Não é que eu esteja sendo muito exigente, mas, poxa..amizades também?
Amores?
Momentos?
Lugares?
Lembranças?
Aquele "Eu te amo para sempre", "amizade eterna", "nunca vou me esquecer de você", que encontramos nas cartas, nas camisetas de colégio, nos e-mails, nos depoimentos do (também já vencido) Orkut, está com o lote de fabricação tão próximo. Porque ele já vem com a inscrição: Válido por 6 meses?? Deveria ser: Produto não perecível.
Eu ainda acredito nos "produtos não perecíveis".
Ainda quero ter esperanças de encontrar meus objetos guardados e me surpreender com a data de vencimento.
- Fabricado em 1997 e ainda "funciona!"
Bom, com tantos prazos de vencimento que já encontrei nos últimos tempos, vou apelar para:
"Consumir antes de (--/--/----)"
E o pior, é que nunca vamos descobrir essa data...até, que tenhamos que jogar fora, depois de várias tentativas de fazer com que o "produto" dure mais um pouquinho.
Acabamos de adquirir e, para nossa surpresa, vence amanhã...ou já venceu a tempos, só estamos protelando, deixando na gaveta, para finalmente jogar fora um dia.
-Meu Deus, e eu nem sequer "utilizei!"
Não é que eu esteja sendo muito exigente, mas, poxa..amizades também?
Amores?
Momentos?
Lugares?
Lembranças?
Aquele "Eu te amo para sempre", "amizade eterna", "nunca vou me esquecer de você", que encontramos nas cartas, nas camisetas de colégio, nos e-mails, nos depoimentos do (também já vencido) Orkut, está com o lote de fabricação tão próximo. Porque ele já vem com a inscrição: Válido por 6 meses?? Deveria ser: Produto não perecível.
Eu ainda acredito nos "produtos não perecíveis".
Ainda quero ter esperanças de encontrar meus objetos guardados e me surpreender com a data de vencimento.
- Fabricado em 1997 e ainda "funciona!"
Bom, com tantos prazos de vencimento que já encontrei nos últimos tempos, vou apelar para:
"Consumir antes de (--/--/----)"
E o pior, é que nunca vamos descobrir essa data...até, que tenhamos que jogar fora, depois de várias tentativas de fazer com que o "produto" dure mais um pouquinho.
sábado, 23 de agosto de 2014
Urgência
Sempre com urgência de tudo.
A hora de acordar, lista de afazeres, trabalho, contas, e...atualizar redes sociais...
Redes Sociais.
Achei que essas redes sociais estariam fora da lista de urgências.
Não deveríamos ter um tempo estipulado para "socializar", aliás..larga esse computador e esse smartphone.
A urgência que tenho não tem relação com a tecnologia.
Tenho urgência da sua fala, não pelo áudio do WhatsApp.
Tenho urgência do seu rosto, não pelo vídeo do Skype.
Tenho urgência de você...
Do perto, do aqui, do agora.
Agora, sempre o agora.
Sempre urgente.
E essa urgência não passa, por mais que eu fique 15 minutos a mais..
nas redes sociais.
A hora de acordar, lista de afazeres, trabalho, contas, e...atualizar redes sociais...
Redes Sociais.
Achei que essas redes sociais estariam fora da lista de urgências.
Não deveríamos ter um tempo estipulado para "socializar", aliás..larga esse computador e esse smartphone.
A urgência que tenho não tem relação com a tecnologia.
Tenho urgência da sua fala, não pelo áudio do WhatsApp.
Tenho urgência do seu rosto, não pelo vídeo do Skype.
Tenho urgência de você...
Do perto, do aqui, do agora.
Agora, sempre o agora.
Sempre urgente.
E essa urgência não passa, por mais que eu fique 15 minutos a mais..
nas redes sociais.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Significado dos Sonhos
Cara, sempre me interessei por assuntos místicos..
Esoterismo, Astrologia, Tarô, Significado de Sonhos, Psicologia (que eu considero místico tbm).
Mas, de tudo isso, acredito mais no que sonho acordada.
O despertador quando toca, me dá a oportunidade de colocar tudo em prática. A minha maneira. Não importa se eu sonhei com um elefante sendo hipnotizado por uma cobra numa floresta feita de doces e rio de creme de leite. Sempre que estou acordada não tento entender o significado daquilo, apenas, começo a viajar imaginando se aquilo realmente fosse possível. Durante meus momentos acordada, eu estou sonhando. Não que eu viva como Willy Wonka (embora fosse legal) ou que transformasse meus sonhos (aquele que temos dormindo) em realidade como Georges Méliès...mas, eu vivo pensando e imaginando coisas.
E acredito que o que me move são as realidades, dada a meu próprio significado...
Vivo inventando possibilidades em minha cabeça. E, esquisito ou não, eu falo muito sozinha..afinal, também existe drama, investigação e diálogos nas minhas criações...
Invento, crio, instigo...e quando não há mais possibilidade de sonhar acordada, sonho dormindo.
E como sonho...
(fica aqui a dica para pesquisarem um pouco mais sobre os dois "ícones de sonho" que descrevi nesse texto! Talvez vcs possam me compreender um pouco melhor..rs)
Esoterismo, Astrologia, Tarô, Significado de Sonhos, Psicologia (que eu considero místico tbm).
Mas, de tudo isso, acredito mais no que sonho acordada.
O despertador quando toca, me dá a oportunidade de colocar tudo em prática. A minha maneira. Não importa se eu sonhei com um elefante sendo hipnotizado por uma cobra numa floresta feita de doces e rio de creme de leite. Sempre que estou acordada não tento entender o significado daquilo, apenas, começo a viajar imaginando se aquilo realmente fosse possível. Durante meus momentos acordada, eu estou sonhando. Não que eu viva como Willy Wonka (embora fosse legal) ou que transformasse meus sonhos (aquele que temos dormindo) em realidade como Georges Méliès...mas, eu vivo pensando e imaginando coisas.
E acredito que o que me move são as realidades, dada a meu próprio significado...
Vivo inventando possibilidades em minha cabeça. E, esquisito ou não, eu falo muito sozinha..afinal, também existe drama, investigação e diálogos nas minhas criações...
Invento, crio, instigo...e quando não há mais possibilidade de sonhar acordada, sonho dormindo.
E como sonho...
(fica aqui a dica para pesquisarem um pouco mais sobre os dois "ícones de sonho" que descrevi nesse texto! Talvez vcs possam me compreender um pouco melhor..rs)
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Amor Platônico... (parte 1)
Quem me conhece sabe que sou uma “menina” sonhadora certo? Foi nessa incrível
“qualidade” que encontrei inspiração para criar um blog, e o nome “Viagem”
sugere um pouco do que vivo.
Pois bem, essa característica surgiu em minha vida desde que
me entendo por gente. Sonho demais, principalmente quando o assunto é amor.
Lembro-me nitidamente do meu “primeiro amor”. Eu tinha 7
anos e adorava assistir televisão (não foi à toa que me formei em Rádio e Tv).
Via de um tudo que passava na telinha, principalmente o SBT, onde a programação
infantil era realmente levada a sério. Até que um dia, logo depois que Chaves
acabou estreou na emissora um novo programa: Disney Club. Cara, amei o nome.
Amava e continuo amando tudo que está relacionado à Disney. Resolvi assistir. Em um minuto de programa eu
tive certeza: Encontrei o amor da minha vida. Caju era o codinome dele. Um
personagem nerd que havia criado uma Tv Pirata e um dia iria dominar a cadeira
do Presidente do Brasil. Um ultra-jovem revolucionário que queria que todos nós
(ultra-jovens) pudéssemos ter nossas próprias vontades e sermos respeitados em
nossas convicções. Claro que ele não podia se identificar, por isso, o Juca
(Caju) usava uma máscara, tipo Zorro e o CRUJ (Comitê Revolucionário Ultra
Jovem) tinha uma passagem secreta, onde só seu irmão e um amigo dos dois (que
acabou descobrindo o esconderijo da tv pirata) eram quem podiam entrar. Lá eles
passavam desenhos, liam cartinhas, faziam concursos de desenhos, enfim... O
programa era incrível, quem é da “minha época” vai se lembrar...
Bom, mandei cartinhas pro programa todo o santo dia. TODO
DIA MESMO! Escrevia as cartas e fazia desenhos durante o intervalo da
escola, saía da escola e passava no
Correio para enviar. ( obrigada pela paciência mãe!) Se o CRUJ durou 5 anos,
vcs fazem uma idéia do que eu gastei de grana né?! Mas super valeu a pena, um
dia leram a minha cartinha...vocês não tem noção da minha alegria naquela
noite, eu ri, chorei, gritei, chamei minha mãe, liguei pro meu pai, pros meus
tios, sai contando pra TODO mundo que uma das minhas cartinhas tinha sido lida
e um dos meus desenhos colocados no Mural da Arte. E o meu amor pelo Caju só crescia. Eu tinha
certeza de que iríamos casar, ter filhos e criar nossa própria emissora juntos.
Íamos ser revolucionários e lutar pelo direito das crianças e adolescentes...e
o mais esquisito nisso tudo é que: eu tinha certeza disso até pouco tempo
atrás. Até que, numa noite, editando uns vídeos na produtora que eu trampava,
um amigo, que tinha conhecimento da minha paixão, me mandou uma notícia meio
difícil de ser administrada, “Ida, o “Caju” casou”. Gente, confesso, eu chorei.
Claro que eu já estava preparada pra isso, e sei que levamos vidas paralelas
mas, mano, aquilo foi meio estranho, sério... (violinos ao fundo). Tomei um
café, respirei um pouco e continuei a trampar.
Assim que dei o PLAY ...lembrei dele de novo (só quem foi ultra-jovem vai
saber porquê)!
Sempre quis conhecê-lo
mas, isso AINDA (sentiu o otimismo?!) não aconteceu. Please, se alguém conhecer
o Diego Ramiro (ator que interpretava o Caju / Juca), pode mandar esse post pra
ele?! Agradecida. Vão fazer uma fã –
ultra jovem muitooo feliz!!
Essa foi a primeira parte da história dos meus amores
platônicos, resolvi começar com o primeiro e mais duradouro deles!
Cruj, Cruj, Cruj tchau!
segunda-feira, 10 de março de 2014
Só Comigo!
oooooh gente, estou mega #chatiada com algumas coisinhas que só podem acontecer comigo!
Todos sabem que moro em Pocinhos do Rio Verde né?! Pois é, fiquem sabendo..
Pocinhos é uma estância hidromineral pertencente à Caldas, sul de MG. Ás vezes venho para Poços de Caldas (minha terra natal, localizada à 30km de Caldas), quando fico com vontade de ir ao cinema, ou mesmo a rever a civilização. Hoje foi um dia desses, me bateu uma vontade de assistir a um bom filme no cinema e dar uma passeadinha por aí.
Peguei o ônibus das 13h35 e cheguei aqui as 15h (sim, o onibus é lerdo!).
Antes um pouco de sair de casa eu fiquei com a sensação de estar esquecendo alguma coisa, mas, sempre tenho essa sensação mesmo, então deixei pra lá.
Chegando em Poços eu pensei: "Nossa imagina se eu tivesse esquecido a chave de casa?! Ia ser muita burrice...será que tem gente que faz isso???"
Toda feliz eu coloco a mão dentro da bolsa à procura de meu chaveiro.
Minha mãe tem apartamento em Poços e, eu sempre fico com a chave dele quando venho à cidade. Fica sempre na minha bolsa...sem erro! Até...HOJE!
CADÊEE A MINHA CHAAAVE???
Gelei.
Bom, tudo bem Ida..mantenha a calma. Deve ter uma na reserva do prédio. Sem pânico.
Surpresa! Não tem chave alguma na portaria.
Nessa hora levei em consideração tudo que minha mãe diz a respeito de situações que podem não nos agradar: Mantenha a calma. Leve na brincadeira. Dê risada de si mesma.
Ok! Fiz tudo isso. Brinquei com o porteiro que foi uma "loirice" e que teria de chamar o chaveiro. Ele me ofereceu o telefone e aguardei.
O chaveiro chegou e o serviço iria me custar R$40,00. Tá, se eu voltasse para Caldas, buscasse minha chave e retornasse me custaria metade desse valor...mas, o calor estava demais para fazer isso..e, além de tudo, eu iria perder a sessão do cinema. Bom, paguei.
Fiz duas chaves: uma para mim (que acho que vou acoplar a meu corpo) e uma para deixar na reserva do prédio. Feliz.. a paz voltou a reinar...até que liguei para minha mãe para contar o caso:
- Filhaaaaaaaaa!!! ISSO FOI FALTA DE APANHAR QUANDO ERA CRIANÇA!!! Seu pai te mimou demaiss!!! Isso me estressa sabiaaa???? Vc tem que parar de ser tão distraída!!! No que você tá pensando??? R$40,00 não dá em árvore nãaaao!!!
Que bom, agora levei bronca. Não basta ser burra, tem que vir um e te lembrar que é burra, mimada, distraída e consumista.
Chateada porém com fome, fui à padaria mais próxima. Saí determinada a comer e a comprar um chaveiro novo. Não encontrei um chaveiro fofinho.Comi um misto pensando que além de todos os adjetivos acima citados também sou gulosa e sedentária. Na hora de pagar vi um pôster lindo de uma promoção da Trident. Nas compras acima de R$5,00 em trident eu poderia raspar o cartaz e encontrar prêmios, dentre eles: um chaveiro lindoo!!! Raspei com o maior pensamento positivo do mundo para que saísse um chaveiro e...DEU CERTO! Eu raspei e ganhei um chaveirooo!!! Iuuupii...MAAAAS...como o dia hoje está sendo bem "legal" o estoque do chaveiro tinha esgotado...resultado: Tenho 3 cartelas de chiclete e nada de chaveiroo!! Isso porque eu não quis pagar R$3,50 por um "mais ou menos" que tinha visto.
Enfim, essa sou eu e essa é minha sorte.
Obrigada.
oooooh gente, estou mega #chatiada com algumas coisinhas que só podem acontecer comigo!
Todos sabem que moro em Pocinhos do Rio Verde né?! Pois é, fiquem sabendo..
Pocinhos é uma estância hidromineral pertencente à Caldas, sul de MG. Ás vezes venho para Poços de Caldas (minha terra natal, localizada à 30km de Caldas), quando fico com vontade de ir ao cinema, ou mesmo a rever a civilização. Hoje foi um dia desses, me bateu uma vontade de assistir a um bom filme no cinema e dar uma passeadinha por aí.
Peguei o ônibus das 13h35 e cheguei aqui as 15h (sim, o onibus é lerdo!).
Antes um pouco de sair de casa eu fiquei com a sensação de estar esquecendo alguma coisa, mas, sempre tenho essa sensação mesmo, então deixei pra lá.
Chegando em Poços eu pensei: "Nossa imagina se eu tivesse esquecido a chave de casa?! Ia ser muita burrice...será que tem gente que faz isso???"
Toda feliz eu coloco a mão dentro da bolsa à procura de meu chaveiro.
Minha mãe tem apartamento em Poços e, eu sempre fico com a chave dele quando venho à cidade. Fica sempre na minha bolsa...sem erro! Até...HOJE!
CADÊEE A MINHA CHAAAVE???
Gelei.
Bom, tudo bem Ida..mantenha a calma. Deve ter uma na reserva do prédio. Sem pânico.
Surpresa! Não tem chave alguma na portaria.
Nessa hora levei em consideração tudo que minha mãe diz a respeito de situações que podem não nos agradar: Mantenha a calma. Leve na brincadeira. Dê risada de si mesma.
Ok! Fiz tudo isso. Brinquei com o porteiro que foi uma "loirice" e que teria de chamar o chaveiro. Ele me ofereceu o telefone e aguardei.
O chaveiro chegou e o serviço iria me custar R$40,00. Tá, se eu voltasse para Caldas, buscasse minha chave e retornasse me custaria metade desse valor...mas, o calor estava demais para fazer isso..e, além de tudo, eu iria perder a sessão do cinema. Bom, paguei.
Fiz duas chaves: uma para mim (que acho que vou acoplar a meu corpo) e uma para deixar na reserva do prédio. Feliz.. a paz voltou a reinar...até que liguei para minha mãe para contar o caso:
- Filhaaaaaaaaa!!! ISSO FOI FALTA DE APANHAR QUANDO ERA CRIANÇA!!! Seu pai te mimou demaiss!!! Isso me estressa sabiaaa???? Vc tem que parar de ser tão distraída!!! No que você tá pensando??? R$40,00 não dá em árvore nãaaao!!!
Que bom, agora levei bronca. Não basta ser burra, tem que vir um e te lembrar que é burra, mimada, distraída e consumista.
Chateada porém com fome, fui à padaria mais próxima. Saí determinada a comer e a comprar um chaveiro novo. Não encontrei um chaveiro fofinho.Comi um misto pensando que além de todos os adjetivos acima citados também sou gulosa e sedentária. Na hora de pagar vi um pôster lindo de uma promoção da Trident. Nas compras acima de R$5,00 em trident eu poderia raspar o cartaz e encontrar prêmios, dentre eles: um chaveiro lindoo!!! Raspei com o maior pensamento positivo do mundo para que saísse um chaveiro e...DEU CERTO! Eu raspei e ganhei um chaveirooo!!! Iuuupii...MAAAAS...como o dia hoje está sendo bem "legal" o estoque do chaveiro tinha esgotado...resultado: Tenho 3 cartelas de chiclete e nada de chaveiroo!! Isso porque eu não quis pagar R$3,50 por um "mais ou menos" que tinha visto.
Enfim, essa sou eu e essa é minha sorte.
Obrigada.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Rótulos de Shampoo
Vou explicar porquê passo tempos escolhendo um shampoo, ou porquê sempre mantenho 5 ou mais tipos deles em meu box.
Pois bem, reflitam comigo sobre a dificuldade: Em uma única prateleira de uma perfumaria encontramos, no mínimo, 7 marcas diferentes do mesmo líquido que serve para limpar os cabelos, multipliquem essa quantidade de marcas pelas outras 5 prateleiras...
Cada uma dessas marcas produzem de 5 a 10 tipos de shampoo´s para "qualidades" diferentes de cabelo. Podemos verificar entre eles: Oleosos, mistos, secos, danificados, com química, afros, cacheados, com tintura, com mechas ou luzes, restauradores, com caspa, normais, anti resíduos...e logo se seguem suas variações: para normais e lisos, mistos a oleosos, secos e ressecados, danificados e sem brilho, reparação de pontas duplas, liso perfeito, quebradiços...entre outros que fiz questão de nem colocar para que vocês não fiquem tão malucos quanto eu já estou.
Mas, daí me pergunto, como escolher?!?!?
Bom, primeiro passo: manter a calma. Segundo passo: A Embalagem!
Sim, já não acho outro meio de encontrar o shampoo perfeito para meu cabelo, portanto, vou pela embalagem mais bonita. Sim, eu julgo todo esse rótulo e todos esses meios para a busca do cabelo perfeito de acordo com o recipiente que se encontra o produto. Depois disso: Verificar se a empresa faz teste em animais. Creio que isso seja de suma importância para que nossos "protestos" feitos em redes sociais sejam mais do que mero descontentamento, e sim, uma atitude!
Pois bem, depois de verificado isso paro em frente a 4 marcas! (Não, a luta ainda não acabou).
Terceiro passo: Refletir sobre meu cabelo bipolar. Eu ainda não descobri se ele é misto, normal, sem brilho, com luzes, danificado ou quebradiço...
Bom, fico na dúvida e quando finalmente escolho...levo 2 para garantir, e adivinhem..Nenhum dos dois dá certo.
Já tentei experimentar diversas marcas, embalagens e tipos mas, nenhum satisfaz minha cabeleira totalmente. E o mesmo acontece com condicionadores, máscaras, cremes para pentear, reparadores e ampôlas.
As pessoas/empresas podiam facilitar um pouco a minha vida. Poderiam criar um rótulo do tipo: Para cabelos hora oleosos, hora normais, secos nas pontas, ondulados, com luzes e sem brilho. Não seria perfeito?!
Enquanto isso não acontece, continuo minha saga: Em busca do rótulo perfeito.
Assinar:
Postagens (Atom)